A constatação é de uma pesquisa do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), conduzida pelo professor Delberis Lima, no primeiro semestre deste ano.

O estudo considerou o preço da energia em relação ao salário mínimo praticado em oito países: quatro da Europa e quatro da América Latina. No Brasil, 17% do ganho mensal – de R$ 880 – acaba comprometido pela conta de luz. O país ocupa o primeiro lugar no ranking, seguido do Chile e Peru (ambos com 9,8%), Portugal (8,1%), Colômbia (7,1%), Espanha (5%), França (2%) e Reino Unido (1,5%).

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