Na semana passada, falamos aqui sobre como a diminuição de temperatura média nas regiões Sul e Sudeste fez com que os usuários do Pague Verde automaticamente aumentassem o seu consumo de energia no mês de Junho. O aumento deste consumo é devido a alguns fatores:

  1. Aumento do uso de lâmpadas, já que no inverno temos um menor nível de iluminação natural.
  2. Aumento do consumo de energia por equipamentos relacionados à geração de calor, como ferro de passar roupa, microondas, etc.
  3. Aumento do uso de dois dos grandes vilões da conta de energia: o chuveiro elétrico e o aquecedor!

Neste post, vamos falar sobre qual a melhor opção de aquecedor quando o assunto é conforto e economia de energia.

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Investir em aquecedores para deixar seu ambiente mais aconchegante e agradável nos dias de baixas temperaturas é mesmo uma excelente opção, principalmente quando temos temperaturas muito baixas.  No entanto, o consumidor sempre tem problemas para escolher qual o melhor, qual o mais indicado para sua casa ou escritório e, claro, qual é mais eficiente e irá afetar menos a conta de energia.

Tipos de Aquecedores

Existem quatro tipos fundamentais de aquecedores: aquecedor elétrico incandescente, termoventiladores, a óleo e cerâmico. Veja abaixo as características da cada um e fique atento na hora de escolher o seu!

Aquecedor elétrico incandescente

Os modelos elétricos são os mais acessíveis, porque variam bastante de preço de acordo com o tamanho e a potência do equipamento, sendo que o consumidor tem um grande grau de liberdade na escolha. Você pode escolher o que achar mais conveniente. 

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A resistência do aquecedor elétrico fica aparente e o calor entra em contato direto com o ar, por isso o aquecimento do ambiente é rápido. No entanto, normalmente eles não possuem grande alcance, sendo mais indicados para ambientes pequenos. IMPORTANTE: Ele não pode ser usado em banheiros, pois a umidade do local pode danificar o equipamento.

Termoventiladores

Ele funciona como um chuveiro elétrico, só que ao invés de passar água, passa ar! Eles possuem uma hélice para acelerar a renovação do ar ao redor do aparelho, assim, eles ampliam o alcance e esquentam mais rápido.

Algumas opções possuem ajuste de potência, adaptando-se a situações mais ou menos frias. Além disso, possuem também a função de ventilador e, claro, fazem barulho como tal. Geralmente, eles são indicados para espaços médios e pequenos. São leves e fáceis de transportar, e algumas opções podem ser presas à parede se você desejar. No entanto, junto com o elétrico, são os que mais consomem energia.

Aquecedor à óleo

Nesses equipamentos, o óleo interno é aquecido e troca calor com o ar do entorno. Ele é mais silencioso que os outros, mas demora um pouco mais para fazer efeito, já que é preciso aquecer primeiro o óleo. No entanto, como o óleo conserva a temperatura por mais tempo, o ambiente também fica quente por um tempo maior. Por essa característica, você pode economizar até 15% de energia consumida em relação aos elétricos.


Há alguns modelos mais modernos, com controle de temperatura através de termostatos, ou seja, ele consegue ajustar o aquecimento em função da mudança de temperatura do ambiente. Geralmente eles ficam no chão e são ideais para espaços pequenos e médios, como banheiros e quartos. Além disso, podem ser usados em banheiro já que não sofrem com a umidade.

Cerâmico

Os aquecedores cerâmicos esquentam rápido, pois a cerâmica absorve o calor gerado em vez de se dissipar diretamente no ar, e são mais econômicos que os elétricos. Os aquecedores cerâmicos podem ser fixados no teto ou na parede, e alguns vêm com controle remoto e opções de programação de temperatura e timer, por exemplo. Esses modelos são indicados para cozinha e banheiros.

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Estes equipamentos são similares aos ar-condicionados e fazem um barulho parecido, sendo portanto mais barulhentos que os aquecedores à óleo.

[Nota Nerd]  Para os mais curiosos, vale esclarecer que todos os modelos, em essência, são elétricos e aquecem um resistor elétrico para promover o aquecimento do ambiente. A diferença é que, enquanto nos modelos incandescente e termoventilador existe apenas um resistor elétrico como no chuveiro, nos outros este resistor é utilizado para aquecer outro material, como o óleo, por exemplo. Por isso, todos são elétricos, mas a diferença do material aquecido é o que confere a diferença de funcionamento dos equipamentos e, consequente, a diferença de consumo de energia por cada um deles. 🙂

Conclusão

Como é possível ver, existe uma quantidade enorme de modelos e aparelhos que podem ser utilizados e o grau de liberdade para uma escolha que combine um preço acessível, uma adequação ao ambiente a ser utilizado e um consumo de energia eficiente às vezes não é fácil. O objetivo deste post foi tentar esclarecer as principais diferenças entre os modelos e dar informações claras para que você consiga escolher o melhor modelo para sua casa.

Para quem não quer ou precisa de modelos portáteis, outras opções são o ar-condicionado de ciclo reverso e os climatizadores à água, também conhecidos como sistemas de calefação. Em ambos os casos, a indicação aqui é para locais maiores, o que leva também a um maior investimento e à realização de obras no local para instalação.

Para aqueles que gostam de um tom mais rústico, as lareiras modernas podem ser uma boa opção. Claro, elas são as mais caras do mercado, dão mais trabalho para limpar e, a depender do modelo, as que mais consomem energia. Vocês podem conferir mais sobre elas aqui.

Aqui no Pague Verde, o campeão de escolha foi o Aquecedor à Óleo, já que ele combina a maioria das vantagens. Menor consumo de energia, maior retenção do calor, menor barulho e, além disso, menor queima de oxigênio do ar, o que faz com que ele praticamente não emita odor na operação. A sua utilização em locais com umidade também é um diferencial, já que você pode levá-lo para diversos ambientes. O único quesito que ele perde vantagem é no preço, já que é um pouco mais caro que as versões mais simples.

Vale lembrar que a escolha do equipamento certo é fundamental, mas o cuidado no uso é mais importante ainda com relação ao consumo de energia. Procure sempre utilizar o equipamento quando ele realmente é necessário, em locais ocupados e evite, por comodidade, deixá-lo ligado quando pessoas não estiverem no local. Para aqueles que podem ser programados, utilize esta função para desligá-lo, por exemplo, ao longo da noite e evite o desperdício. 

Veja mais dicas para quando for utilizar o equipamento:

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Fonte: Idec

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Escolha o modelo correto e evite o aumento desnecessário de consumo de energia neste período!

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